terça-feira, 30 de junho de 2009



o encontro em formosa mobilizou varios cantores tais como neide e andrade ,manuel e dorivaldo,walter carvalho ,glaucio ,e o pastor charleston scarparo gilmar santos o resultado foi poder de Deus

Introdução: Adão e Eva caíram na tentação e pecaram. Logo viram que estavam nus e fizeram cintas
com folhas de figueira para se cobrirem.

1- As folhas de figueira representam os recursos que o homem usa para tentar cobrir o pecado.
Não são suficientes, mas disfarçam bem perante a sociedade. Diante de Deus tudo está patente
(Heb.4.13).

2- Boas obras, religiosidade, educação e filosofias de vida, são usadas pelo homem para tentar melhorar seu caráter,
apaziguar a consciência, compensar seu pecado ou produzir uma aparência de bondade.

Conclusão: Deus fez vestes de pele para Adão e Eva (Gn.3.21). Somente Deus poderia cobrir os nossos pecados (Salmo 32.1-5)
e ele faz isso através de Jesus Cristo.

milagres em formosa na cruzada para cristo lagoa dos santos



milagres em formosa goias onde aconteceu a cruzada de milagres lagoa dos santos foi um sucesso com participacao do pastor charleston scarparo

quinta-feira, 25 de junho de 2009

VALE DE OSSOS SECOS


Neide e Andrade
OSSOS SECOS
"Veio sobre mim a mão do Senhor; ele me levou pelo Espírito do Senhor e me deixou no meio de um vale que estava cheio de ossos, e me fez andar ao redor deles; eram mui numerosos na superfície do vale e estavam sequíssimos.

Então me perguntou: Filho do homem, acaso poderão reviver estes ossos? Respondi: Senhor Deus, tu o sabes.

Disse-me ele: Profetiza a estes ossos e dize-lhes: Ossos secos, ouvi a palavra do Senhor. Assim diz o Senhor Deus a estes ossos: Eis que farei entrar o espírito em vós, e vivereis. Porei tendões sobre vós, farei crescer carne sobre vós, sobre vós estenderei pele e porei em vós o espírito, e vivereis. E sabereis que eu sou o Senhor.

Então profetizei segundo me fora ordenado; enquanto eu profetizava, houve um ruído, um barulho de ossos que batiam contra ossos e se ajuntavam, cada osso ao seu osso. Olhei, e eis que havia tendões sobre eles, e cresceram as carnes, e se estendeu a pele sobre eles; mas não havia neles o espírito.

Então, ele me disse: Profetiza ao espírito, profetiza ó filho do homem, e dize-lhe: Assim diz o Senhor Deus: Vem dos quatro ventos, ó espírito, e assopra sobre estes mortos, para que vivam. Profetizei como ele me ordenara, e o espírito entrou neles, e viveram e se puseram em pé, um exército sobremodo numeroso.

Então, me disse: Filho do homem, estes ossos são toda a casa de Israel. Eis que dizem: Os nossos ossos se secaram, e pereceu a nossa esperança; estamos de todo exterminados". Ezequiel Capítulo 37, versos 1 a 11.
Este relato do Profeta Ezequiel é impressionante. Eruditos bíblicos de todos os tempos têm discutido se a experiência foi real ou se foi apenas uma visão.

Apesar de ser uma discussão interessante, eu quero apenas salientar que esta visão retrata a nossa condição espiritual em alguns momentos de nossas vidas, quando nos sentimos "como ossos secos". Depois de anos de luta, acabamos como que mortos por dentro, apesar de vivos por fora.

Parece que a vida perde o significado e o prazer. Tanto faz, como tanto fez. Vai-se levando a vida, ou sendo levado por ela.

Nem conseguimos mais nos lembrar da sensação de estar apaixonado, de sonhar, de rir ou simplesmente sorrir.

E, quando alguém nos pergunta quando as coisas vão melhorar, respondemos igual ao profeta: "Só Deus sabe!"

Quero destacar apenas duas verdades deste texto:

1. Somente a Profecia Bíblica pode conduzir-nos de volta à vida.

Somente a verdadeira pregação da Palavra de Deus pode reviver ossos secos.

Discursos não revivem ninguém; a Palavra de Deus, sim! A pseudo-pregação não faz nada por ninguém; a profecia bíblica ressuscita os mortos!
2. Não interrompa a Profecia
Se Ezequiel tivesse parado de profetizar quando viu os tendões, a carne e a pele, teria apenas transformado esqueletos em cadáveres.
Muitas pessoas "mortas por dentro" começam a ouvir a Palavra de Deus e assim que passam a experimentar algum movimento, algum sinal de vida em seu interior, abandonam o caminho de Deus. Ainda não era a vida, mas, animados com alguns resultados imediatos, deixam de ouvir a Pregação do Evangelho. Em breve o cheiro de carniça vai começar, pois tais pessoas foram transformadas de esqueletos em cadáveres.
Mas, se persistirem, receberão o sopro de vida. Aí, sim, o que Deus começou em suas vidas será completado.
Jesus Cristo é a vida. Ele afirmou: Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ele não é um tipo, uma opção ou um estilo de vida. Ele é a própria vida.
Ele morreu por nós numa cruz nojenta para dar-nos vida. E vida em abundância. Vida eterna. Deus seja louvado.
Não deixe de ouvir a Palavra de Deus.
O Apóstolo João bem que disse: "Quem é de Deus ouve a palavra de Deus".

BUACA DA ARCA

Um plano maravilhoso que deu errado. Por quê?

Texto-base: I Crônicas 13

1 – O motivo da busca

- O que era a arca? Um móvel (baú) de madeira de acácia, revestido com ouro (Ex.25.10-16). Era símbolo da presença de Deus e de sua aliança com Israel. Uma preciosidade para os judeus.
- A arca foi tomada pelos filisteus no tempo de Eli (ISm.4.17). Depois de devolvida, não voltou ao tabernáculo. Ficou 20 anos na casa de Abinadabe, em Quiriate-Jearim (ISm.7.1-2). Saul não buscou, mas Davi resolveu buscá-la.
- A comparação entre Davi e Saul (13.3). “Davi é o melhor”! Muitos devem ter parabenizado o rei pela sua iniciativa.

2 – O plano de buscar a arca

- O propósito era bom, algo para Deus, mas isso apenas não garante que dará certo.
- Podemos compará-lo aos nossos planos, alvos, sonhos e projetos pessoais, ministeriais, etc.
- Podem ser propósitos bons e louváveis, feitos para Deus, relacionados ao culto e à religião.
- Podem envolver resgate de valores, restauração, restituição, como era o plano de Davi.
- Todos concordaram com a busca da arca. Não houve oposição nem resistência. Isso podia ser visto como bênção e aprovação divina. “As portas estão se abrindo”!
- Naquela passagem observamos iniciativa, unidade e participação: o que tanto queremos hoje. Porém, nada disso garantiu o sucesso do plano.

3 – A execução

- Uma grande festa, culto, alegria, louvor, celebração.
- Os bois avançavam (13.7). Aparente progresso e sucesso. O que pode dar errado? Temos todos os recursos.

4 – Os erros de Davi

- O procedimento começou sem oração. Davi não consultou ao Senhor. O propósito era tão bom que não acharam necessário orar. ORE SEMPRE (veja como Davi fez diferente depois: 14.10). No início, no meio, no fim, com dúvida, com certeza, com recursos ou na falta deles, ore.
- A arca deveria ser levada nos ombros, apoiada pelos varais (Ex.25.14), e não em um carro, ainda que fosse novo. Portanto, a lei foi desobedecida. O esforço foi evitado. Carregar peso? Nem pensar.
- A arca deveria ser levada por homens e não pelos bois. A lei foi desobedecida. Não terceirize o que é de sua responsabilidade pessoal e intransferível: ler a bíblia, orar, louvar, jejuar, confessar, etc.
- A arca deveria ser levada pelos levitas e não por pessoas quaisquer. A lei foi desobedecida. Uzá e Aiô não eram levitas (os bois também não). Não adianta ser forte e capaz, sem ser escolhido por Deus para aquele propósito. (Podiam ser úteis para outros objetivos).
- Portanto, houve vários pecados naquele processo. O propósito era excelente, mas o modo errado e com as pessoas erradas. Não podia dar certo.

5- O fracasso

- Os boi tropeçaram. Quando existe pecado, o tropeço e a queda são inevitáveis.
- Ninguém podia tocar na arca, mas apenas nos varais. Uzá tocou na arca para evitar que ela caísse. Por isso, foi morto imediatamente.
- Deus impediu a continuidade daquele propósito. Voltou-se à estaca zero. Quantas vezes isso acontece com os nossos planos?

6- Plano B – tentando novamente (ICr.15).

- Davi não desistiu por causa do fracasso da primeira tentativa.
- Agindo da maneira correta, com as pessoas certas, sem pecado, Davi conseguiu, com a bênção de Deus, realizar seu objetivo.
- Resultado: deu certo. A arca foi colocada no tabernáculo (ICr.16.1).

Conclusão: Precisamos ter cuidado para que os nossos bons planos não fracassem. Devemos orar sempre e observar se não estamos desobedecendo a palavra de Deus na busca dos nossos propósitos.

Em caso de utilização impressa do presente material, favor mencionar o nome do autor:
Anísio Renato de Andrade – Bacharel em Teologia.
Professor do Steb - Seminário Teológico Evangélico do Brasil
e do Sebemge - Seminário Batista do Estado de Minas Gerais

Para esclarecimento de dúvidas em relação ao conteúdo, encaminhe mensagem para anisiorenato@ig.com.br

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Moedas do traidor

Mas tudo isso aconteceu para que
se cumpram as Escrituras dos profetas.
Então todos os discípulos, deixando-O, fugiram.”
(Mateus, 26.56)
Judas negociou seu Mestre por trinta moedas (valor de um escravo). Apenas trinta! Podemos pensar: “Que traição! Isso é revoltante! Jesus era tão Bom, tão Justo, tão Amoroso... como pôde Judas agir daquela forma?”. Se o colocássemos em um tribunal, tendo a qualquer um de nós como juiz, a condenação seria certa por grande traição - e a sentença, a morte. Sem sombra de dúvida! O fato é que geralmente somos espiritualmente precisos quando se trata de apontar e condenar os erros dos outros, e fortuitamente míopes para encontrar os nossos, ao ponto de não percebermos, como disse Jesus, a trave que está diante dos nossos olhos!
Quantas moedas temos recebido, todas as vezes em que, inocentemente, trocamos o nosso Mestre por algo? Quantas moedas temos recebido quando, nos intitulando Seus seguidores, abrimos mão do privilégio de nos alimentar somente da Sua Palavra, e corremos atrás de fábulas sincréticas e delírios espirituais, que entre nós - cristãos - se reproduzem aos montes? Moedas da euforia ilusória, da atrofia espiritual e da vida cristã débil...
Incoerentemente, há quem se comova com a morte bárbara de Jesus na cruz (atitude graciosa d´Ele, que pela fé nos salva totalmente de qualquer condenação), mas acredita que mesmo depois de tudo o que Jesus fez, ainda é preciso boas obras para garantir tal salvação. Muitos dentre nós até gostam de Jesus, das Suas palavras, se dizem cristãos, mas interiormente agem como quem anula os efeitos espirituais do Seu sacrifício na cruz. Acreditam erroneamente que para ser salvo, apesar da cruz, é preciso fazer por onde... Será que isto não é, de fato, trocar e vender o sacrifício caríssimo de Jesus na cruz por um valor ínfimo? Mudam apenas as moedas e os Judas... Pensar e agir assim é traição! Cristo não veio ao mundo para ser traído (apesar de ter sido), mas para salvar o mundo da condenação. Ele não morreu na cruz porque O mataram, morreu porque deu Sua preciosa vida para que a nossa vida tivesse sentido, e a vida eterna fosse uma realidade - não para que vivêssemos pensando que o futuro é vagar em outras esferas espirituais. Trinta moedas!
O nosso maior problema é não percebemos as moedas. Por isso, não temos noção de por quanto O temos trocado, vendido... Não percebemos que as moedas foram sutilmente substituídas por um leque de opções. Trocamos nosso Jesus pelas moedas das prioridades profissionais - "afinal, temos que sobreviver"; trocamos Jesus pela moeda da juventude - “Ah, ainda sou muito jovem para pensar nessas coisas... certamente quando estiver mais velho”; trocamos nosso Amado pela moeda do orgulho próprio, simplesmente deixando de trabalhar na nossa Igreja porque nos magoamos com alguém, como se a Igreja pertencesse a homens - líderes ou membros; trocamos o servir ao Senhor Jesus pela moeda do lazer - "afinal, trabalhamos tanto a semana toda, é justo descansar!”.
O que nos difere de Judas? Precisamos ser honestos para reconhecer que temos barateado o que não tem preço. No passado, foram apenas trinta moedas. Hoje, elas são inúmeras e imperceptíveis... Diante disso, estejamos arrependidos para acertar nossas contas com Jesus, sob o risco de, como Judas, estarmos ao ponto de dar cabo das nossas vidas... por tão poucas moedas.


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DEUS NÃO FAZ POUPANÇA


DEUS NÃO FAZ POUPANÇA
“Aquele que não poupou a seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós, como não nos dará, juntamente com ele, gratuitamente todas as coisas?” Romanos 8.32
Desde os tempos mais remotos a raça humana tenta “agradar aos deuses”, para que tudo lhe vá bem; que sua colheita seja abundante, que seus inimigos sejam derrotados, que sua família prospere, que a vida seja longa e boa...
Infelizmente este sentimento religioso primitivo penetrou no subconsciente dos cristãos modernos. Muitos realmente acreditam que precisam fazer “correntes”, “sacrifícios”, cerimônias especiais, penitências, votos ou promessas, para arrancar das mãos de Deus as bênçãos que tentam desejam.
Por mais que eu respeite estas expressões de fé do meu próximo, vejo-me na obrigação de lhe dar uma excelente notícia: nada disso é necessário!
O trecho bíblico acima afirma esta verdade e baseia-se numa lógica comparativa muito interessante: Se Deus já nos deu o que tinha de maior valor, também nos dará as coisas de menor valor.
Podemos resumir este ensino com esta frase:
DEUS NÃO FAZ POUPANÇA!

Analisemos o verso:
1. SE DEUS NOS DEU O QUE TINHA DE MAIS PRECIOSO...
“Aquele que não poupou a seu próprio Filho..."
Adão e Eva foram expulsos do paraíso. Dentre tudo de bom que perderam, o que mais pesou foi terem perdido aquela doce intimidade que tinham com Deus.
Assim como os salmões, que no fim de suas vidas voltam para morrer nos rios onde nasceram, o ser humano deseja ardentemente voltar a Deus – mas, não consegue devido à sua condição pecaminosa.
Caso o Criador desejasse ter o homem ao seu lado novamente, teria que resgatá-lo pessoalmente. E foi isso mesmo que Ele fez. Ele enviou Seu Filho ao mundo, em forma humana, para nos resgatar. Foi vida por vida. Ele entregou a vida de Seu Filho Jesus naquela horrível cruz, para que nós vivêssemos para Deus.
De tudo que havia de mais precioso no céu, Deus escolheu seu maior valor, isto é, Seu próprio Filho, e o entregou por nós. Ele não poupou a seu próprio Filho.
DEUS NÃO FAZ POUPANÇA!
2. TAMBÉM DARÁ JUNTAMENTE COM ELE TODAS AS COISAS...
"... nos dará, juntamente com ele... todas as coisas".
O Apóstolo Paulo faz uma pergunta inquietante: Se Deus nos deu o que tinha de mais precioso (Seu Filho), como não nos dará, juntamente com ele, gratuitamente todas as coisas?
A Bíblia sempre nos ensina que pessoas são infinitamente mais valiosas que coisas. Jesus, o Filho de Deus, é muito mais valioso que todas as coisas que existem, muito mais valioso que todo o universo junto.
Se Deus nos deu Seu próprio FILHO, iria nos negar COISAS? Aquele que não poupou a vida do Seu próprio Filho, pouparia coisas?
Quem que abre o coração e convida Jesus para entrar em sua vida, ganha não somente esta grandiosa salvação, mas, “... juntamente com Cristo” receberá das mãos de Deus “... todas as coisas”.
Por isso podemos dizer: DEUS NÃO FAZ POUPANÇA!
3. E, NOS DARÁ TODAS AS COISAS GRATUITAMENTE
"... nos dará... gratuitamente todas as coisas".
Sei que parece esquisito dizer: “... deu de graça”, pois, quem verdadeiramente dá alguma coisa, dá de graça.
Apesar desta aparente redundância, mas prevendo que o homem poderia incorrer em certos erros, Deus registrou em Sua Palavra que as coisas que Ele dá, Ele dá “... gratuitamente”.
Isto significa que Deus não faz barganha com o homem.
Se você já abriu seu coração para Jesus, se já creu Nele para sua salvação, não precisa ficar preocupado, pois, no devido tempo, receberá das mãos de Deus “... todas as coisas – gratuitamente”.
Por isso eu disse no começo que não é preciso fazer “sacrifícios”, “correntes”, cerimônias, penitências, votos ou promessas.
Dedique suas forças e esforços noutra direção. Ao invés de ficar gastando horas e lágrimas tentando arrancar das mãos de Deus as coisas que você precisa, dedique-se a ajudar o próximo, a visitar os enfermos, a confortar os que sofrem, a evangelizar, enfim, a expandir o reino de Deus através do amor.
Creia na Palavra de Deus, pois Ele nunca mente. E a Bíblia diz:
DEUS NÃO FAZ POUPANÇA!
Recapitulando:
- Se Deus nos deu o que tinha de mais precioso (Jesus)...
- Também nos dará juntamente com Ele todas as coisas...
- E, nos dará todas as coisas gratuitamente, pois...
DEUS NÃO FAZ POUPANÇA!
Deus seja louvado!